Diário De Bordo

Diário De Bordo precisou ser idealizado ao longo do tempo.

Nasceu … de uma necessidade, de um desejo e um sonho. Não que estes três tenham nascido em mim na mesma ordem.

Desejo de Escrever…capa-de-face

Sonho de transformar o desejo em realidade de alguma forma, mesmo que fosse online, em páginas de rede social ou afins afinal, obras publicadas por editoras são um troféu a ser conquistado, precisam de tempo para florescer em algum lugar.

Necessidade em ter um site que possibilitasse a mim não precisar mais de tantas páginas, links e arquivos para manter meus escritos e registros. Precisava de um só lugar para aninhar tudo. Que combinasse personalidade e funcionalidade. Como escrevo sobre tudo, a maioria dos textos, poemas, frases e poesias partem das minhas vivências algumas inclusive acompanhadas de fotografias por mim tiradas. Tinha que ser algo especial! Acredito que depois de muitas experiências com blogs para textos, páginas de redes sociais para poesias e muitos outros que testei e sempre vinha a constatar que não davam certo no final de alguns meses de uso.

395734_www-gde-fon-com
Chegamos a um consenso : Diário de Bordo é a praticidade de ter tudo a mão em um só lugar.( nome muito adequado a abraçar tudo que vivo)

O que sinto sobre a vida:

” No mundo das matérias visíveis seja o menos complexo possível, aqui ainda não há definições aceites para seres complexos. Deixe as convicções e complexidades intensas para alma. Ela sabe que terra pisa!
Ju Lazarini.
 O que sinto sobre Escrever: 

Mais que um ato de coragem é um vício!
Não sei o que leva uma pessoa a certa altura de sua vida pensar em escrever ou virar escritor(a) É algo que acontece de forma inesperada, como num impulso, iluminando a alma e deixando uma sensação de felicidade sem precedentes…
Sim! Isso alimenta! A alma e o coração.
As preocupações com a opinião alheia, qual vai ser o resultado de tudo isso  no futuro, vem junto com o tempo, tirando um pouco o brilho da alegria primaria afinal você amadurece não só suas ideias mas seu intimo escrevendo. E uma vez instaurado o vicio de escrever, não se consegue parar. Mesmo que não haja lugar e nem ninguém para nos admirar!

“Quando nasce em ti o desejo de escrever nasce junto com ele três sentimentos distintos”.  

maquina-de-escrever

A paixão pela escrita, que se define, em um primeiro momento em uma euforia acompanhada de uma alegria indescritível em fazer a diferença, em poder ajudar a alma, o coração, a curar feridas de alguém, a alegrar o dia, ou a ajudar a fugir dele nem que seja por mero momento a pessoa que por ventura venha ler o que você escreveu.  A minha motivação sempre foi esta… servir de exemplo em palavras! Fosse (ele) o que pudesse ser, surgir de momento, inspiração ou necessidade.

A Coragem em escrever e assumir este desejo. Acredite, o maior empecilho de quem decide escrever é: “a vergonha” seguida de perguntas bem puídas. O que vão pensar…?         O que vão dizer…? Hoje em dia em tempos de redes sociais há mais algumas bem conhecidas. Vão gostar? Vão curtir…? E não há como escapar da mais algoz de todas.       Vão me achar maluca (o)? O que vão pensar da minha opinião? Sim… quando você decide escrever a primeira regra é: No mínimo ter opinião própria e de preferência pelo menos um cadinho de senso crítico. Não há texto, frase, ou opinião sem embasamento que perdure, grandes escritores e pensadores mantem suas frases e exemplos escritos até hoje por que são obras que tem lógica e tem nexo. Escritos as soltas e sem “noção” podem ter graça um dia ou dois em redes sociais não perduram para servir de exemplo. A ato de escrever seja sobre o que for não pode ser entendio como “modismo”.

O Compromisso afinal se o ato de escrever fosse algo tão fácil, não constaria na história que a idos tempos muitas escritoras escondiam-se atrás de pseudônimos por não poder assumir suas obras. Escrever para mulher era um ato imperdoável um dos grandes exemplos na minha opinião são as irmãs Brontë  no século 19 – Anne, Charlotte e Emily.

“O pseudônimo era importante porque eu queria que meus livros fossem um sucesso”, diz a escritora. “Estava preocupada em não ser levada a sério como uma escritora de histórias policiais com meu nome verdadeiro”, comenta a britânica J. K. Rowling.   O texto sobre o assunto data de 11 de agosto de 2013. Mas de lá pra cá, o que mudou nesses últimos 3 anos?

O compromisso se resume a não parar de lapidar a si mesmo(a) ler, ler, sempre estar em contato com informações sobre as principais dúvidas e desejos desta nova sociedade e o que ela precisa não somente o que ela deseja.

filmes-que-se-passam-na-itc3a1lia-sob-o-sol-da-toscana2

Um escritor(a) é um eterno estudante do meio em que vive. Ter consciência de que ser “reconhecido” serão louros que talvez possam ser colhidos e que nem por isso é necessário desistir. Manter o foco, lembrar que escrever requer disciplina e que não é algo que dará frutos se você for escrever somente nos finais de semana ou quando estiver inspirado. Caso esteja a criar uma obra (livro, texto, artigo) que possa vir a ser publicado este irá exigir de ti compromisso com a escrita, com o embasamento que irá fundamentar suas opiniões, e principalmente decidir a que classe de leitores eles se destinam e manter o cuidado e o respeito com o EFEITO que teus escritos possam vir a ter sobre seus leitores. São os primeiros passos  de minha caminhada, que serão divididos com todos aqui no Diário De Bordo. O nome já define muito do pouco que conquistei.

O primeiro pequeno arranjo que escrevi…  na primavera de 2008, quando tudo começou! 

Minha alma parou… meu pensamento voou. No céu pintam os últimos raios de sol de mais um dia.Colorindo a paisagem e se deixando levar,com singela magia há pássaros a voar…As pontas das árvores delicadamente dançam,ao tocar do vento e um doce alento vem me descansar .Finda-se mais um dia de magia…para quem souber apreciar.”

Escrever é um ato de amor… Pés no chão, mente aberta, alma limpa, todo resto nasce do esforço, dedicação e persistência!

Juh Zanella Lazarini.